sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Os gritos das verdades minhas.


             
(Chung  fu – 61 – verdade interior)



(Em meio a olhos marejados estava eu)

Um dia...

Jurando a mim mesma

que seria sempre eu mesma. Sempre.

Não importasse o que houvesse.

Que eu não iria me deixar engolir pelo sistema.

Que eu iria gritar pra sempre,

pra que todos pudessem ouvir quem sou.



Quem eu sou?

...

Sempre eu mesma. Sempre.

Ainda que (sempre) custe caro,

estou (sempre) disposta a pagar o preço.



E daí?

Que você tem com isso?



Tape os ouvidos se não quiser escutar, porém

os gritos das verdades minhas ecoarão

para sempre dentro deles...

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